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Publicado em 8/02/2019 as 15:53H
Consórcio de A a Z

É possível usar consórcio como capital de giro?

Iniciaremos esse post respondendo: não! O objetivo do consórcio é propiciar aos seus participantes a aquisição de bens e serviços. Engana-se quem pensa que é possível utilizar o crédito consórcio para outra finalidade, como para capital de giro. Saiba mais!

Capital de giro é o dinheiro necessário para viabilizar o funcionamento da empresa. São esses recursos que viabilizam a venda a prazo e a manutenção dos estoques, por exemplo.

Não é possível o uso do consórcio com esse objetivo. Isso porque, quando da contemplação, o crédito não é pago ao consorciado, e sim diretamente ao fornecedor ou prestador de serviços escolhido pelo consorciado.

O consorciado só pode retirar o crédito em dinheiro se atendidas as seguintes condições determinadas pelo Banco Central do Brasil: quitação de todo o saldo devedor e passado o prazo de 180 dias da contemplação. Para saber mais, leia também Posso retirar o crédito do consórcio em dinheiro?

Qualquer outra condição, como alienação do bem, para pagamento do crédito em dinheiro ao consorciado é ilegal.

Consórcio para pessoas jurídicas

Apesar de não ser possível adquirir consórcio para fazer capital de giro, a modalidade oferece diversas oportunidades à pessoa jurídica.

Com o consórcio, por exemplo, é possível adquirir salas comerciais, galpões e até terrenos para ampliar as instalações do seu negócio. As pessoas jurídicas já representam 18,9% dos consorciados deste segmento, segundo levantamento da ABAC realizado no ano passado. Saiba mais sobre esse estudo.

Já o consórcio de veículos possibilita aumentar ou renovar frotas de veículos. Para quem é do agronegócio, o consórcio oferece até mesmo condições de pagamento diferenciadas. Esse é um dos motivos que fazem as pessoas jurídicas serem quase 40% do total de participantes desse segmento. Saiba mais aqui.

Com o consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis (do qual 13% dos participantes são pessoas jurídicas) é possível manter os equipamentos com tecnologia atualizada. Enquanto que com consórcio de serviços, a empresa pode arcar com custos de quaisquer serviços, como de segurança e vigilância. Mais de 16% dos consorciados de serviços são pessoas jurídicas.

Consórcio para empresas: como funciona

As regras do consórcio são as mesmas, independentemente se a pessoa é de natureza física ou jurídica. Após definição do tipo de bem ou serviço que será adquirido, basta escolher administradoras autorizadas pelo Banco Central. Encontre, entre associadas à ABAC, o plano que oferece as melhores taxas e condições para a sua necessidade.

Com planejamento, é possível saber o valor necessário para fazer o investimento. Também é possível definir o período em que é viável aguardar a contemplação, que pode acontecer por meio de lance. Seu planejamento pode ser realizado através da aquisição de quantas cotas forem necessárias. Leia mais no post Consórcio para empresa: planejar para crescer!

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