Você planeja a renovação de seus equipamentos eletrônicos?

25 . jul . 2023

Em um dia quente, ao retirar uma cerveja da geladeira e sentir que ela não está gelada, você percebe que o refrigerador não está funcionando. Em outro momento, seu time está perdendo, o juiz marca pênalti, o jogador está pronto para cobrar, e a TV apaga. Essas são situações vivenciadas por muitos consumidores, no dia a dia, especialmente por aqueles que acreditam que seus eletrodomésticos ou eletrônicos irão durar para sempre.

De acordo com estudos realizados pelo IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, a vida útil de um refrigerador, por exemplo, é de seis anos; aparelhos de televisão e máquinas de lavar, 4,8 anos. Já os computadores têm média de 3,1 anos e os celulares 2,6 anos.

Além dos aspectos técnicos, atualizados a cada geração, soma-se a percepção de que tais produtos parecem envelhecer ou, em muitas ocasiões, não atendem às necessidades e às aspirações desejadas.

Ao pensar em adquirir um celular up-to-date, Celio Cursino, 46 anos, pesquisou modelos e custos em várias formas de parcelamento disponíveis no mercado. Concluiu que não valia a pena pagar juros, optando pelo consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis.

“Estou feliz por já ter sido contemplado e de posse de meu moderno celular. Gostei bastante das condições financeiras do consórcio e estou programando trocar meu carro por um mais novo por esse Sistema”, revelou.

O fenômeno da “obsolescência”

Historicamente chamado de “obsolescência”, isto é, processo de tornar-se obsoleto, esse fenômeno data dos anos 20, despertado no universo produtivo da indústria automobilística. Na oportunidade, para se diferenciar, o setor passou a fabricar carros coloridos visando estimular os consumidores a trocarem seus veículos, inicialmente lançados na cor preta. 

“No princípio a obsolescência foi chamada de ‘dinâmica’”, detalha Luiz Antonio Barbagallo, economista da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, “evoluindo depois para ‘obsolescência programada’”.

Na evolução cronológica, a obsolescência passou de “programada” para “perceptiva”. Ou seja, a limitação de vida útil de um produto, relacionada ao cumprimento de funções, foi substituída pelo desejo de troca por outras motivações, como atualidade, modernidade e beleza.

Mais recentemente, a obsolescência se tornou “tecnológica”, quando as atividades dos equipamentos não respondem a contento ou simplesmente quebram.

“Os computadores são exemplos da importância da evolução. As atualizações ampliam a produtividade no trabalho. Se as capacidades do equipamento não atenderem, a produtividade diminui. Para os eletrônicos, o envelhecimento significa aumento das despesas no consumo de energia, bem como as manutenções se tornando mais constantes”, explicou Barbagallo.

Consórcio para investir em eletrônicos

O planejamento para substituição programada de eletrodomésticos, eletrônicos e outros bens duráveis utilizando os consórcios evita surpresas ao consumidor. A modalidade propicia também economia com a redução de desembolsos com reparos, consertos e manutenção dos aparelhos antigos.

“Não se trata apenas de economizar, mas de planejar nossa vida de modo a fazer frente a situações como essas, que fatalmente irão ocorrer. Neste contexto, o consórcio mostra-se ferramenta importante”, enfatizou Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC.

Atualmente, 280 mil pessoas físicas e jurídicas têm no consórcio de eletroeletrônicos um aliado para aquisição ou renovação de seus equipamentos. Rodolfo Alberto dos Santos Silva, fisioterapeuta, 28 anos, é um deles. Contou que utilizou o consórcio para equipar sua clínica de fisioterapia com aparelhos novos.

“Antes de aderir ao Sistema de Consórcios, avaliei as diversas possibilidades de obter financiamento. Não satisfeito com os juros cobrados, parti para o consórcio, cuja taxa de administração atendeu às minhas necessidades. Ao saber da contemplação, iniciei a aquisição de equipamentos atualizados. Agora estou torcendo para a contemplação da segunda cota de eletros”, disse.

Variedade de produtos no consórcio de eletrônicos

E os exemplos são muitos, não se restringindo apenas aos eletrodomésticos. Como os mercados de drones e de energia solar. O primeiro reúne, segundo a Agência Nacional da Aviação Civil – ANAC, mais de 100 mil aeronaves cadastradas no Sistema de Aeronaves Não Tripuladas – SISANT, sendo muitos deles comercializados a partir do consórcio para uso em atividades variadas.

Já as placas fotovoltaicas para geração de energia solar são outra opção para o consorciado que quer, no médio prazo, reduzir o consumo de energia de sua propriedade.

“As necessidades humanas são infinitas”, comentou Rossi. “Constantemente, surgem novos equipamentos, agregam-se novas tecnologias. Trata-se de evolução que não existia no passado, mas que hoje seria inconcebível vivermos sem elas, como a internet”, afirmou.

Para acompanhar tantas mudanças em tão pouco tempo, são necessários recursos financeiros que, sem planejamento, ficam mais inacessíveis. Há mais de 60 anos, o Sistema de Consórcios segue sendo um aliado dos consumidores, profissionais, produtores, empresários e investidores frente às suas mais diversas necessidades e desejos.

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Dicas da ABAC

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