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Uso dos créditos no consórcio de eletros. Conheça pesquisa!

12 . ago . 2020

O uso dos créditos do consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis ficou mais diverso no começo de 2020. Foi o que constatou pesquisa realizada pela ABAC, em maio de 2020. E a pandemia da covid-19 pode ter tudo a ver com isso. Entenda!

Em virtude da pandemia, novos hábitos passaram a ser praticados durante o isolamento social. As pessoas tiveram que buscar entretenimento ou capacitação nas telas de televisores ou equipamentos eletrônicos. Também tiveram aquelas que foram para a cozinha, desenvolver seus talentos culinários. Há ainda quem precisou se adequar ao home office.

No mês de maio, a assessoria econômica da ABAC realizou pesquisa junto às administradoras que atuam no consórcio de eletroeletrônicos. Os resultados mostraram que, diferentemente do levantamento anterior (dezembro/2019), quando a preferência foram os bens da chamada “linha marrom”, recentemente houve maior diversificação no uso dos créditos.

A variação entre os quatro principais uso dos créditos identificados foi muito pequena, inferior a 4 pontos percentuais. Isso é sinal de que houve equilíbrio nas utilizações.

Vejamos:

As principais aquisições dos consorciados contemplados foram os eletrodomésticos da linha branca, com 21,9%. Nessa categoria, enquadram-se geladeiras, fogões, micro-ondas, máquinas de lavar. Bem próximo a esse patamar, apareceram os bens de consumo duráveis, como camas, mesas e armários, com 21,2%.

Na sequência, vieram os eletrodomésticos da linha marrom, com 18,1%. Esses bens ficaram praticamente empatados com eletrônicos, como notebooks, computadores e celulares, que responderam por 18%. Outros bens móveis duráveis foram a preferência de 10,7%.

A pesquisa realizada pela ABAC identificou ainda que 10,1% dos contemplados preferiram receber o valor do crédito em dinheiro. Esse percentual inclui tanto aqueles que já tinham direito de receber em espécie, garantido pela Circular 3.432, quanto os impactados pela Circular 4.009, ambas do Banco Central do Brasil.

Resumo do consórcio de eletroeletrônicos

Além do uso dos créditos, a pesquisa da ABAC identifica ainda dados do segmento, como taxa de administração e valor médio do crédito.

Três a cada quatro participantes (75,5%) são pessoas físicas, enquanto 24,5% são empresas. Entre as pessoas físicas, há predominância de homens. Em maio, quando a pesquisa foi realizada, o número de consorciados ativos alcançou 96,63 mil. Ao comparar a evolução nos últimos cinco anos, especialmente quando o mais baixo volume somou 27,5 mil participantes, em 2016, o crescimento é de 251,4%.

A pesquisa revelou ainda que o valor médio dos créditos contratados variou de R$ 1,5 mil a R$ 80,56 mil, gerando a média de R$ 9,03 mil. O prazo médio de duração dos grupos foi de 41 meses, com taxa média de administração de 0,443% ao mês. O IGP-M foi o principal indexador de correção do crédito fixado.

Para saber mais sobre o funcionamento do consórcio de eletroeletrônicos, clique neste link. Ainda, no post abaixo, você conhece a história de uma consorciada que utilizou o crédito do segmento para empreender.

Categoria(s):

Pesquisas da ABAC

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