Publicado em 24/08/2018 as 20:18H
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“Consórcio me ajudou a reconstruir a vida depois de um incêndio”

Ainda jovem, Enio Guilherme usou o consórcio para comprar sua primeira moto. Anos depois, o mecanismo o ajudou a adquirir seu primeiro carro. Mas foi em meio a uma adversidade que o consórcio foi seu grande aliado para conseguir se reerguer: “Tivemos que vender nossos bens e recomeçar. Graças ao consórcio, hoje meu patrimônio é maior do que antes”.
A relação entre o consórcio e Enio, gerente de projetos que atualmente mora em Florianópolis (SC), começou ainda na década de 1980, quando decidiu adquirir sua primeira motocicleta. Enio relata que seu salário era baixo para juntar recursos e ofertar um lance, mas que foi contemplado por sorteio depois de um ano.

Alguns anos depois, decidiu adquirir um carro, e a modalidade continuou sendo sua melhor opção. “Quando fiz o segundo consórcio, já entendia melhor como funcionava a modalidade. Me programei para dar lances e ingressei em um grupo já em andamento. Apesar do prazo menor para pagamento, e das parcelas ficarem mais altas por este motivo, as ofertas de lance no grupo em andamento possivelmente seriam mais baixas. E tivemos sucesso nessa estratégia”, explica.

Consórcio para recomeçar

Corria o ano de 1999. A casa onde Enio Guilherme morava com sua esposa, Ligia, em Blumenau (SC), tinha dupla função: além de lar, era também onde funcionava seu escritório. Do lado de fora, a concessionária de energia elétrica realizava uma manutenção na rede. Enquanto assistia ao noticiário na TV, ele até contava com uma queda de energia, mas jamais imaginou o que viria a acontecer.

De repente, como uma produção cinematográfica, as lâmpadas e equipamentos eletrônicos começaram a estourar dentro de casa. “Saímos daquela cena de horror correndo. Fomos procurar a equipe para avisar o que se passava. Quando olhamos para trás, as chamas já estavam na altura do telhado. Naquele instante, perdi minha casa e meu local de trabalho”, narra.

A companhia elétrica se comprometeu a realizar uma investigação e um laudo técnico para apurar o ocorrido. Até prestarem o primeiro auxílio para Enio, se passaram oito meses. Nesse período, foi preciso vender o carro adquirido com consórcio para pagar as despesas mais básicas. Para o processo ser julgado na justiça, foram dez anos. “Aquele incêndio nos deixou numa situação muito ruim. Como não tínhamos nada a perder, decidimos nos mudar para capital e recomeçar”, lembra.

No ano 2000, ao se mudarem para Florianópolis, Enio e a esposa deram continuidade em seus estudos. Ele conseguiu ser contratado como desenhista em uma empresa e, mais uma vez, usou o consórcio para ampliar suas conquistas. “Como já conhecia as vantagens do consórcio, tinha em mente que fazendo um bom planejamento conseguiríamos reconstruir nossa vida”, diz.

Assim, foram reconstruindo seu patrimônio. Fizeram consórcio para comprar um novo carro, cuja contemplação ocorreu por lance, e, logo depois, para adquirir um imóvel.

“Comprar um imóvel era um investimento bem distante da minha realidade financeira naquele momento. Mas procurei uma administradora de consórcios e lá, durante quatro longas horas estudando as possibilidades com dois consultores (Jorge e Flávio, a quem sou muito grato por toda contribuição), traçamos um planejamento para que todos os sonhos da minha família fossem possíveis”, comemora.

Daí em diante, Enio acumulou planos e sucessos. Atualmente, ele tem dois apartamentos e um carro, todos adquiridos direta ou indiretamente através do consórcio. “Com uma das minhas cotas do segmento de imóveis, comprei um terreno que em pouco tempo passou por uma supervalorização. Vendi o terreno e, com o valor, não só consegui quitar as minhas cotas como ainda adquiri outro imóvel”, destaca.

Planejamento, foco e persistência

Planejamento, foco no objetivo e persistência, sem mudanças de rumo. Essa é a combinação que Enio Guilherme considera ser fundamental para o sucesso de qualquer consumidor que opta pelo consórcio. “Como eu e minha esposa somos bastante disciplinados, seguimos à risca o planejamento e tudo o que aconteceu depois foi mera consequência. Vejo que muitas pessoas começam a se planejar, mas desistem no meio do caminho. E esse é o grande problema”, orienta.

Dessa experiência, Enio tirou algumas lições que faz questão de compartilhar com as pessoas mais próximas. “Sempre que vejo alguém planejando a aquisição de algum bem, tento mostrar quanto o g pode ser mais econômico. Quero que outras pessoas tenham conhecimento da mágica que é possível fazer através do consórcio”, conclui.

Enio Guilherme e sua esposa, Lígia: consórcio foi aliado para reconstruir a vida.

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